As alianças estratégicas envolvem empresas interessadas em atingir um objetivo comum, como melhorar a sua posição competitiva no mercado e agregar valor ao produto ou serviço que oferecem. São ideais para pequenas e médias empresas que precisam disputar espaço contra “gigantes” em seu setor de atuação ou desenvolver pesquisas e inovações que exigem acesso a tecnologias, competências ou mesmo capital extra.

As companhias participantes mantêm sua independência, mas compartilham informações que as permitem responder com agilidade às demandas dos consumidores, melhorar a qualidade de sua produção, reduzir custos com matérias-primas e logística, entre outros pontos fundamentais. Muitas vezes, essas alianças são criadas para alavancar o crescimento do negócio durante uma reestruturação financeira. Por isso, é imprescindível alinhar expectativas de modo que nenhum dos parceiros se coloque em desvantagem em relação aos demais, ou seja, nada mais é que uma relação de confiança e, como tal, deve se basear na igualdade e na colaboração, e obedecer a uma estratégia em comum.

Para definir as melhores alianças para os seus objetivos, é preciso avaliar o valor das empresas e a viabilidade dos negócios, elaborar um business plan (plano de negócios) bem estruturado e estudar os investimentos necessários caso a caso. Tudo para evitar erros como subestimar os problemas que serão enfrentados, em especial a resistência a mudanças e o choque cultural entre as companhias; falhas na comunicação com os parceiros; não envolver as pessoas adequadas na transação; traçar metas pouco claras; entre outros.

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